domingo, 14 de dezembro de 2008

MuseUtopia



Utopia da modernidade
Utopia da moderna idade
Utopia moderna
Utopia da moda
Utópica moda
Utópica modernidade
Utópica Idade
Utópica
Utopia


Este é o Museu Nacional de Brasília, bela obra arquitectónica do renomado, Oscar Niemeyer. Deveria ser intitulado de salão nacional, pois até hoje só abriu as portas para exposições temporárias e não possui acervo próprio. Enquanto isso, cofres de bancos públicos e particulares e repartições públicas guardam a muitas premiadas obras de arte nacional. Mais uma utópica obra, ao menos por enquanto, do governo do Distrito Federal!

12 comentários:

P. Matheus disse...

Foto: P. Matheus

vida de vidro disse...

Aí como cá, muita falta de sentido de gestão correcta dos dinheiros públicos. Sou admiradora das obras de Niemeyer. **

Sopa das Letras disse...

Agradeço a visita!
Preciso atualizar os posts, e sem pc não consigo...O silêncio já está há tanto tempo ali que já começa a fazer barulho! HUAhuahua

Beijos!

Patrícia Del Rey disse...

Poesia concreta pintada de branco

Nada aqui é eterno,
passos, amores e arte.
Na bola do arquiteto.
As outras obras são aparte.

um beijo

Henrique Hemidio disse...

Poesia (clichê) concreta é mesmo um saco...

Henrique Hemidio disse...

Adoro poesia concreta bro
pq é um desafio fugir do clichê
ao qual vc parece estar preso

P. Matheus disse...

Queria, eu, entender mesmo seu conceito de clichê, e também o que especificamente vc acha clichê nesta poesia ou na minha poesia concreta!!!

wendell penedo disse...

ae, acabei aqui através da discussão dos dois. Gostei da proposta, afinal sem forma não há texto, e unir texto e forma de maneira harmônica, ou não, é bom.

Vanessa disse...

infelizmente é assim.

Oscar Niemeyer ??
yeaaaaaaaaah

Obrigada pela visita no Essência.
Volte sempre que quiser. Estará de portas abertas.

beijos

Tai disse...

utopia de merda
utopia da merda idade

Feliz Navidad disse...

Mother fucker!!!
Desse jeito eu passo mal
"Boêmia" é onde faz cristal
Li até não aguentar mais
Deixe o pobre Baudelaire em paz
Sem contar o grande Bandeira
Que não merece tanta asneira
Nem mesmo Xerxes escapou
Pode confessar: viu 300 e se empolgou
Mas por favor não desista
Meu prezado concretista
Pois ler esse blog nunca é pouco
Dou mais risada que no Kibe Loco...

Jegue Boy disse...

Poesia concreta,de rocha!