domingo, 30 de dezembro de 2007

Banal

Carnal, banal.
Animal, original.
Algo fenomenal.
Rápido e momentâneo
Na longilínea capital
Atrativo e instantâneo
Bem cara de pau.
Novamente te quero
Mas nem um oi recebo, e mal.
Calorosa como Nero
Incendiaria como tal
Belíssima e sensual.
Não desejar-te anormal.
Novamente te quero
Na sua cama no seu colchão
Imagine te espero como um nervoso furacão
Será que irei ter!?
Essa mulher, esse vulcão.
Este orgasmo esta erupção
Dava tudo pra te ter
Esta noite sem razão
Há de estar no instinto
Como da outra vez
Sem blasfêmia não minto
Quero-te sem leis.

4 comentários:

Luiz Guilherme disse...

d++++++++++++
Gostei viu....

http://lg7fortalezace.blogspot.com/

Tks

Luiz Guilherme By Lg7

Alê disse...

e, lindo!

lua disse...

nossa.

lê mentes também?

Criiis ;) disse...

Pois eu me embriaguei nesse poema!
adorei, beijos :*
e obrigada pela visita ;)